Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2007
yé!

E agora com link para os menos compatíveis. Eis os Zbroing!


publicado por Sérgio às 21:08
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2006
Brevemente
Não perca brvemente os Zbroing 747 uns pelos outros; os Zbroing 747 por Gabriel Alves; os Zbroing 747 por Margarida Rebelo Pinto; os Zbroing 747 por Frank Miller; os Zbroing 747 por Kurosawa; e os Zbroing 747 por João César das Neves.


publicado por Sérgio às 17:46
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Os Zbroing 747 por eles próprios!
João Velhote é o mais competitivo do grupo Zbroing 747. Prevê cada passo das equipas rivais com uma racionalidade cáustica. Não lhe preocupa se a equipa acertou, o que deixa para os seus colegas. Interessa se os outros falharam, lançando a confusão para o ar sempre que necessário. Darwinista Social de formação, poucos amigos lhe toleram a crítica aguda e mordaz, sendo surpreendente como é que ainda deixam entrar o gajo na Barraca. Politólogo, Fotógrafo, programador de Brainfuck .,[+-], João Velhote garante o sustento graças aos bolsos largos de grandes grupos nacionais alvos de Ofertas Públicas de Aquisição.

Tiago Serras Rodrigues
é o único dos Zbroing 747 com a pedantice saloia de se apresentar com 3 nomes. É também senhor de um fôlego brutal. As suas invulgares capacidades pulmonares permitiram-lhe c ompletar recentemente três décadas de respiração ininterrupta e, ao mesmo tempo, tocar trompete. Já saltou de um avião a 4.200 metros, já desceu 20 metros ao fundo do mar, já subiu os 3.000 metros do Monte Ramelau no breu da noite acompanhado d'A Esposa e de um homem armado chamado Agapito Araújo. É obra! Daí avistou, ao alvorecer, as luzes de Darwin, no topo norte do único continente em que lhe falta deixar a sua pisada, tamanho 42, pé chato, uns fungos de quando em vez. Não acredita na reencarnação mas, se estivesse errado quanto a esta hipótese religioso-filosófica, gostaria de reencarnar nele mesmo, tal e qual, excepto talvez, à semelhança de Vinicius de Moraes, "um pau um pouquinho maior".

Luis Bravo, a.k.a. "Ciências" frui da sua própria companhia há quase 30 primaveras. Criado até aos 10 pela mãe de Ana Faria e fruindo da condição de queijinho fresco, aproveitava às escondidas todos os momentos na casa de banho do camarim para fruir-se com as edições Taschen de Renoir e Goya. Experiências iniciáticas que o motivavam a fruir doutras dimensões, mais tangíveis… Que lhe permitissem deslindar alguns dilemas da Humanidade e, ao mesmo tempo, engatar nacos jeitosos na 24 de Julho e posteriormente nas Docas. Este fruir de nacos levou-o à obtenção de variadíssimas competências pessoais e profissionais, donde ainda hoje se destacam a coordenação duma associação de estudantes, a descoberta dum talento musical inspirador de massas e a criação do conceito de web merchandising. Mas este caminho cedo se provou uma forma de sublimação fácil da sua sede conhecimento, do seu ardor de know-how engagé. E, como Portugal é um penico e um devir, o momento da descoberta dos quizzes cruzou-se com o da crua verdade – O logocentrismo em Derrida é bem mais bardajão que Isabel Figueira. Tudo é mais claro, hoje - casou, tem empréstimo ao banco, uma carrinha familiar e permanece nesta busca incessante pelo conhecimento inútil, visando uma única coisa apenas que é, lá está, fruir-se.

Sérgio Gouveia é - a verdade é esta - o salva-vidas dos Zbroing 747. O cento e quinze da equipa (112 é mais europeu mas menos poético). O Luisão do cinco. Não o verão a esbracejar por perguntas de resposta evidente como as de Etimologia Islandesa ou Cinema Arménio, Climatologia Paleontológica ou Política Ambiental no Império Assírio. Sérgio Gouveia sabe deixar brilhar os seus colegas de equipa e intervém apenas nas questões realmente assustadoras, altura em que toda a equipa lhe dirige os olhos ansiosos. É um elemento bastante apreciado pelos seus colegas Zbroing. Infelizmente para a equipa, Sérgio Gouveia apenas aceita participar em quizzes onde se sirva cerveja ininterruptamente. Sabendo disto de antemão, os perversos quiz-masters do QdC insistem em, deliberadamente, deixar as perguntas mais difíceis para o final, numa desonesta manobra de deixar Sérgio Gouveiamenos capaz de salvar a equipa quando esta mais precisa dele. É ainda e notoriamente o mais alto dos seis, e, sempre que vai às Caraíbas é confundido com Adam Sandler.

Gonçalo Pereira é o boddhisattva dos Zbroing 747. Mais do que o seu líder espiritual, é a locomotiva que transporta o colectivo até ao seu apeadeiro. Mais místico que John Locke e Mr. Eko juntos, possui uma capacidade inata para criar ilusões na cabeça dos seus adversários, aparentando metamorfosear-se em várias figuras públicas e não só, desconcertando-os e desconcentrando-os. Como tal, já foi descrito por terceiros como aparentando personalidades como Errol Flynn, Armando Gama, Dennis Franz ou o Sargento Garcia. Há, no entanto, quem afirme que se trata, mais do que de uma pessoa, de um único e puro foco de luz que esporadicamente se transmuta num corpo físico, qual avatar de uma potestade. A verdade, essa, quiçá jamais venha a ser conhecida. Gosta da cor azul, de férias no campo e é de signo Aquário. Gostaria de conhecer o Papa para lhe poder dar umas arrochadas. Se fosse para uma ilha deserta não levaria nenhum livro por temer que os outros ficassem desgostosos por não terem sido escolhidos.

Manuel Padilha
é verdadeiro gajo da terra. Criado desde tenra idade numa centenária vila da beira litoral, foi na infância forçado a ser agricultor e lenhador. Desta altura da vida guardou para sempre os padrões da indumentária rural. Aos 9 anos passa a ser educado por freiras que 9 anos depois o enviam para a capital com o objectivo pregar a palavra do senhor. Rapidamente troca a santíssima trindade pela Droga-Loucura-Morte e inicia o reconhecimento dos melhores tascos de Alcântara. Ávido pelas delícias da vida que nunca desfrutara, torna-se artista e toxicodependente. Harpic Verde torna-se o seu companheiro de eleição e seu ego refugia-se então em projectos megalómanos que acabam no exílio num longínquo enclave jugosalavo. Regressa no mesmo ano à nação onde se começa a orientar com biscates em companhias dúbias. Em 2003 cruza-se com os maiores vigaristas da praça e torna-se retalhista de artistas. Tal como previra a carta astral que a bruxa Matilde lhe fez aos 3 meses, Manuel Padilha continua solteiro aos 30 e não se conhecem previsões astronómicas capazes de lhe alterar o futuro. Tem dois amores na vida: leitão com muito molho de pimenta acompanhado de espumante tinto da Bairrada, muito bruto e fresco.




publicado por Sérgio às 16:50
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